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MUSEUM OF MODERN ART (MOMA)

O MoMA possui um dos melhores e mais completos acervos de arte moderna do mundo. Foi fundado em 1929 por patronos milionários e serve de modelo para outros museus do gênero, ao incluir muitas disciplinas não reconhecidas por outras instituições.

Possui um acervo de mais de 150 mil obras, entre elas a bela seleção de clássicos pós-impressionistas e uma coleção inigualável de arte moderna americana, além de esplêndidas peças de design e obras-primas dos primórdios da fotografia e do cinema.

Uma dica para os turistas que visitam o local pela primeira vez é subir até o sexto andar e iniciar a sua visita de cima para baixo, pois são nos andares superiores em que se encontram boa parte das obras mais conhecidas do museu.

Entre os quadros mais famosos que estão expostos no local estão “A noite estrelada” de Van Gogh, “A persistência da memória” de Salvador Dalí e “Nenúfares” de Oscar-Claude Monet.

Outro ponto interessante do MoMa é a área dedicada a obras de design e arquitetura, as quais podem ser encontradas no terceiro andar do museu.

Mantendo-se fiel ao seu propósito inicial de funcionar como uma instituição de ensino, o museu oferece um programa completo de atividades destinadas a ajudar a compreender o mundo da arte moderna e contemporânea. São palestras e simpósios, e atividades especiais para pais, professores, famílias, estudantes, crianças em idade pré-escolar, etc.

Alguns destaques

Ninféias (1920): último tríptico de Claude Monet.

Ninféias – Claude Monet.

Menina com Bandolim de Picasso.

Menina com Bandolim – Picasso

A Persistência da Memória (1931) de Salvador Dali.

A Persistência da Memória – Salvador Dali

A Noite Estrelada de Vincent Van Gogh (1889): O tamanho reduzido deste trabalho de Van Gogh não diminui sua paixão. O cenário noturno turbulento é uma das telas mais vistas do acervo;

A noite estrelada
A noite estrelada – Van Gogh

Senhoritas de Avignon de Pablo Picasso (1907): O retrato expressionista de cinco prostitutas incluía dois clientes no esboço original. Mas eles foram retirados e Picasso pôde expor com mais vigor seus sentimentos sobre as mulheres;

A Palhaça (1896): típico exemplo dos retratos de artistas parisienses feitos por Henri de Toulouse-Lautrec;

A Banhista de Paul Cézanne.